Tem uma vontade que eu me esqueço de satisfazer.
Eu sempre me lembro antes de dormir, mas nunca a tempo.
Nunca entendo e sempre sinto essa saudade daquela sensação.
Aquela saudade dessa meia luz da meia-noite, em uma daquelas mesas ou num balcão.
O frio da manhã não parece o da rua.
A rua de ontem se parece com a de dois anos atrás...
Mas eu só conto anos quando escrevo.
Senão, era ontem. Ou anteontem:
Eu ainda não dormi, mas já está claro
e hoje é um novo dia.
Eu não dormi, mas já está claro...
segunda-feira, 12 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Running away into you
Eu criei uma rota de fuga, um esconderijo pro meu medo.
Um lugar pra colocar meus pensamentos e sentimentos,
pra não ter que ver e viver o resto.
Mas eu me perdi, em meio a tanta segurança...
Eu me esqueci de como os dias eram iguais e eram números.
De como as pessoas eram iguais e eram números.
De como as calçadas, ruas e bares eram iguais e eram números.
Eu fuji de tudo que eu não queria ver,
de tudo que eu não entendia,
de tudo que não era eu.
Eu não sinto falta da minha companhia favorita,
mas de ser a companhia favorita,
de ser único e incomparável, em qualquer comparação.
Talvez eu tenha encontrado o caminho mais difícil...
Mas certamente o único capaz de me provar a mim mesmo.
Isso tudo não importava tanto,
e eu não me lembro o porquê...
Não importava na noite
e, por vezes, nem numa quinta-feira à tarde...
Criamos verdades pra provar que a verdade não existe.
Criamos o caos da existência pra matar o tédio
e, talvez, a nós mesmos...
Mas, bem como isso tudo não faz agora sentido pra você,
não fará pra mim amanhã.
E, até lá, isso é o que eu tenho a dizer...
Um lugar pra colocar meus pensamentos e sentimentos,
pra não ter que ver e viver o resto.
Mas eu me perdi, em meio a tanta segurança...
Eu me esqueci de como os dias eram iguais e eram números.
De como as pessoas eram iguais e eram números.
De como as calçadas, ruas e bares eram iguais e eram números.
Eu fuji de tudo que eu não queria ver,
de tudo que eu não entendia,
de tudo que não era eu.
Eu não sinto falta da minha companhia favorita,
mas de ser a companhia favorita,
de ser único e incomparável, em qualquer comparação.
Talvez eu tenha encontrado o caminho mais difícil...
Mas certamente o único capaz de me provar a mim mesmo.
Isso tudo não importava tanto,
e eu não me lembro o porquê...
Não importava na noite
e, por vezes, nem numa quinta-feira à tarde...
Criamos verdades pra provar que a verdade não existe.
Criamos o caos da existência pra matar o tédio
e, talvez, a nós mesmos...
Mas, bem como isso tudo não faz agora sentido pra você,
não fará pra mim amanhã.
E, até lá, isso é o que eu tenho a dizer...
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