A justiça na vida,
uma idéia indevida
plantada por gente atrevida
para manter a massa oprimida.
Gente que trabalha,
carga tributária que atrapalha
e malícia partidária de canalhas...
A vida é violenta,
selvagem mistério que alimenta
a esperança de quem aguenta.
Mas mesmo as vitórias são sangrentas...
Como policiais,
torturando, matando cidadãos locais.
Ao que me parece, a vida já não importa mais...
segunda-feira, 29 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Deficit
Eu nunca vou entender
o superavit de seu interesse
por caras assim...
Eu nunca vou me vender,
mas, ainda que eu entendesse,
você estaria sem mim...
Mas eu faço o que eu posso,
ainda que talvez de forma errada...
E talvez por isso meu esforço,
por maior que me pareça, não vale nada...
Mesmo quando você tira sarro,
eu rio, pois eu sei como é...
E, apesar de eu não ter carro,
eu ando bem a pé!
o superavit de seu interesse
por caras assim...
Eu nunca vou me vender,
mas, ainda que eu entendesse,
você estaria sem mim...
Mas eu faço o que eu posso,
ainda que talvez de forma errada...
E talvez por isso meu esforço,
por maior que me pareça, não vale nada...
Mesmo quando você tira sarro,
eu rio, pois eu sei como é...
E, apesar de eu não ter carro,
eu ando bem a pé!
domingo, 21 de julho de 2013
Acrônimo anacrônico
Já fui tua alma e teu,
ontem, hoje,
um dia... Todos os dias,
lá estou eu,
e aqui escrevo seu nome, duas vezes:
amor.
ontem, hoje,
um dia... Todos os dias,
lá estou eu,
e aqui escrevo seu nome, duas vezes:
amor.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Insipiência incerta
Todos, cedo ou tarde, aprendem a viver...
E, a quem não aprende, só resta morrer...
E eu ainda não sei o que querer,
mas, também, já não quero saber,
não quero nem saber o porquê...
Eu fecho os olhos pra poder ver,
e tudo o que vejo é você,
mas ainda não consigo entender...
Será assim que tem que ser?
Escrevendo, é tudo uma repetição,
tudo uma contradição
de amor e indecisão...
Mas, na realidade, não?
Nunca sei
no que errei,
se acertei...
Eu não sei...
Fico bem quando te vejo,
quando converso contigo,
mas fico mal por ficar bem,
querendo te mostrar o contrário do desdém,
e fico bem por ficar mal,
sendo essa minha marca ancestral:
tudo isso, você comigo.
Fico bem com meu desejo...
E, a quem não aprende, só resta morrer...
E eu ainda não sei o que querer,
mas, também, já não quero saber,
não quero nem saber o porquê...
Eu fecho os olhos pra poder ver,
e tudo o que vejo é você,
mas ainda não consigo entender...
Será assim que tem que ser?
Escrevendo, é tudo uma repetição,
tudo uma contradição
de amor e indecisão...
Mas, na realidade, não?
Nunca sei
no que errei,
se acertei...
Eu não sei...
Fico bem quando te vejo,
quando converso contigo,
mas fico mal por ficar bem,
querendo te mostrar o contrário do desdém,
e fico bem por ficar mal,
sendo essa minha marca ancestral:
tudo isso, você comigo.
Fico bem com meu desejo...
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