terça-feira, 16 de julho de 2013

Insipiência incerta

Todos, cedo ou tarde, aprendem a viver...
E, a quem não aprende, só resta morrer...

E eu ainda não sei o que querer,
mas, também, já não quero saber,
não quero nem saber o porquê...

Eu fecho os olhos pra poder ver,
e tudo o que vejo é você,
mas ainda não consigo entender...
Será assim que tem que ser?

Escrevendo, é tudo uma repetição,
tudo uma contradição
de amor e indecisão...
Mas, na realidade, não?

Nunca sei
no que errei,
se acertei...
Eu não sei...

Fico bem quando te vejo,
quando converso contigo,
mas fico mal por ficar bem,
querendo te mostrar o contrário do desdém,
e fico bem por ficar mal,
sendo essa minha marca ancestral:
tudo isso, você comigo.
Fico bem com meu desejo...

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