De ti pego o que há de ruim,
guardo dentro de mim,
pra te curar,
por te amar...
A vergonha do pseudo-cansaço
e, do verdadeiro cansaço, a dor...
Vinte analgésicos em maço,
um só sabor...
Vontade de beber,
morrer ou te ver,
algo assim,
talvez infantil, talvez ruim...
Por mais que a cura encontrasses,
que cura tenho eu?
O que em ti hoje nasce,
em mim, morreu...
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