Mesmo que seja vaidade ou estupidez
da minha parte,
de cada felicidade ou plano que não se fez,
faço arte...
No momento em que todo par se aproxima
e cada só se lamenta
de cada perda, em cada rima,
pra ver se aguenta...
Lá é que se encontra o brilho perdido,
o desperdício de vidas, o desbotado de cores fortes...
O instante que para o tempo corrido,
que confunde a mente, para o coração e disfarça a morte...
Mas tudo acaba,
bem como não começou...
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