sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Inevitável, como a morte e a vida

Discutir uma relação
que não existe,
sem razão,
mas que insiste,
por paixão,
não desiste,
é em vão?

Como eu saberia
te ter
sem me ver?

Talvez você tenha encontrado alguém melhor...

Afinal, como eu saberia,
melhor que você,
quem te faz bem?

Eu sou a insegurança
que você não precisa,
a desesperança
que concretiza
a indecisão,
na certeza
da ilusão,
de me iludir com a realidade,
de perder sem ter maldade,
de morrer de vontade,
de mudar de cidade...

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