Tenho comigo as armas da revolução:
minha cabeça, meus pés e minhas mãos.
Da cabeça, o caos. Os pés no chão,
até errados, mas parados, não.
Dia-a-dia. Todo dia, a melodia
entre a estagnação e a euforia.
O que eu não gosto, mas queria:
da dor e da alegria, alegoria.
A tristeza tão triste,
num sorriso que insiste,
toca tudo o que existe...
A felicidade de verdade
viveu e viu tanta maldade,
se perdeu na sociedade...
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