sábado, 1 de fevereiro de 2014

21

Vem de fora. Vem de dentro. Tudo isso, isso tudo...
Agora, é sempre igual, é banal,
mas me arrepia, me quebra...
Abre os olhos e fecha o mundo...

Cada primeiro dia da semana, cada segundo,
fugindo da realidade, procurando um mundo real,
um real pra comprar dois cigarros,
pra comprar dez minutos...

Passo um café. Passo em falso...
Entrego o dia à noite e, à noite, perco a fé,
perco o sono e penso nisso tudo, em tudo isso...
Vem de dentro. Vem de fora. Vendi tudo...

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