quarta-feira, 26 de março de 2014

Não é coisa da minha cabeça

O problema não é estar sozinho, quanto menos não estar sozinho.
Talvez não seja nem um problema, só... algo...
Uma sensação estranha, não sei se boa ou ruim, mas um tanto quanto paranóica,
que vem do fundo da alma... ou do fígado...
É uma pseudo-vulnerabilidade. Um medo de situações impossíveis ou inexistentes.
Soa ruim, mas não se sente assim...
É a alteração da consciência e do físico, a curto e a longo prazo.
As substâncias, as pessoas, as situações, as sensações... tudo são idéias.
Tudo é descrição, não simplismente inexata, mas absurda, totalmente desconexa do inexplicável.
Mas os dias e as noites são felizes, hoje em dia.
Soa surreal... e também se sente assim...
A surrealidade de ter momentos únicos e marcantes eternizados, nos limites da vida, todos os dias.
Eu poderia explicar, mas eu não conseguiria passar a sensação. Mas eu não preciso explicar... Quem precisa, entende, e isso é o bastante.

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