quinta-feira, 10 de abril de 2014

Estrelinha

Eu não queria dormir.
Eu não queria que a noite acabasse,
que o alvorecer passasse...
Mas as memórias são a vida de um novo dia.

Nada é pra sempre, a não ser tudo.
São essas idéias loucas da nossa mente normal,
da nossa vida careta, com cócegas na alma.
É como jogar a televisão pela janela,
o sangue com vida própria,
as cores entre o marrom e o verde,
o azul na faca e o som cor-de-rosa.
É como entender tudo, sem entender nada.
Nada é pra sempre, a não ser nós.

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