Eu sou culpado pela minha culpa
que eu roubo de você, de assalto,
em cada verso, pezar ou pedido...
Eu tenho vontade de perguntar como está você,
tenho vontade de me entregar
e de pedir desculpas...
Mas eu sei que não há como perdoar...
Me tira o ar respirar...
Eu perdi o melhor de nós:
você.
Se essa energia não existisse,
se não estalasse a cada aproximação...
Mas nos prendemos à incômoda segurança da distância...
É tão inevitável que se faz necessário...
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