Há uma certa melancolia no seu sorriso silencioso,
no seu olhar.
O mundo parece tão distante,
desbotando em eterno desfoque,
mas sempre em frente.
O som da noite se parece com batimentos cardíacos,
ritmado e variável.
Eu ouço a canção medieval que vem de dentro de mim,
mas nunca é a mesma coisa...
Acho que eu odeio mais ir embora do que ficar.
Fazer do mundo um lar é sempre estar distante.
São reencontros de saudade constante
e a distância do amor ao destino.
Minha saudade não tem nome,
mas tem todas as cores.
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