sábado, 18 de abril de 2015

Outsider (I miss you all!)

Há uma certa melancolia no seu sorriso silencioso,
no seu olhar.

O mundo parece tão distante,
desbotando em eterno desfoque,
mas sempre em frente.

O som da noite se parece com batimentos cardíacos,
ritmado e variável.
Eu ouço a canção medieval que vem de dentro de mim,
mas nunca é a mesma coisa...

Acho que eu odeio mais ir embora do que ficar.

Fazer do mundo um lar é sempre estar distante.
São reencontros de saudade constante
e a distância do amor ao destino.

Minha saudade não tem nome,
mas tem todas as cores.

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